Valete de Copas Cordon Bleu de frango, fusão de sabores - Valete de Copas
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Cordon Bleu de frango, fusão de sabores

Uma receita deliciosa e crocante que tem origens francesas e faz as delícias de toda a gente.

Esta iguaria não fala francês mas irá, com certeza, fazer as delícias dos seus convidados.

INGREDIENTES (para 2 pessoas)
2 peitos de frango desossados e sem pele
4 fatias de fiambre
4 fatias de queijo gouda
2 ovos
1 colher de sopa de manteiga
Farinha q.b.
Sal e pimenta q.b.
Pão ralado q.b.
Óleo para fritar



PREPARAÇÃO
1. Abra os peitos de frango ao meio, na longitudinal, sem cortar de todo um dos extremos, formando uma espécie de livro. Coloque o peito, aberto, entre duas folhas de papel vegetal e espalme dando algumas pancadas com o rolo da massa.
2. Abra os peitos de frango e tempere com sal e pimenta.
3. Coloque duas fatias de queijo e duas de fiambre, respetivamente em cada um. Dobre a outra metade de carne por cima, fechando “o livro”. Ajude-se de alguns palitos, para selar, como se estivesse a coser.
4. Num recipiente, bata os ovos com um pouco de sal e pimenta.
5. Passe os bifes por farinha. Sacuda o excesso, passe por ovo e, seguidamente, por pão ralado. Espalme bem para que o pão ralado adira na perfeição, e os bifes fiquem o mais finos possível.
6. Cubra o fundo de uma frigideira com óleo vegetal. Adicione a manteiga e deixe aquecer.
7. Frite os bifes, primeiro de um lado e depois do outro, em fogo médio, até ficarem dourados e crocantes. Escorra o excesso de gordura sobre um pouco de papel absorvente.

DICAS
– É de extrema importância fritar os cordon bleu em fogo médio; se o fogo estiver demasiado forte, os bifes ficarão escuros por fora, mas crus no interior.
– Caso opte por uma versão mais saudável, pode cozinhar o seu cordon bleu no forno a 200º, sobre um tabuleiro forrado com papel vegetal.
– Sirva com uns gomos de limão, batata frita e salada ou então à milanesa: esparguete em molho de tomate.

Rui Ribeiro

Sou inquieto, persistente, guloso, sonhador, estou entre os 10 primeiros lugares no ranking mundial da lambonice e chamo-me Rui. Um Rui que não sobrevive a 24 horas longe dos fogões e que vive em regime de comunhão geral de bens com uma câmara fotográfica que, por sua vez, vive fascinada por  utensílios de cozinha, sejam comprados, oferecidos, ou mesmo "rapinados" das velhas cozinhas das minhas avós. Lavem as mãos, liguem o forno e sejam bem-vindos a este meu mundo delicioso! 

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