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O Rolls-Royce Phantom chegou para partir corações

O novo modelo do fantasma das estradas regressa de cara lavada, mas com o luxo de sempre.

 


Há mais de 100 anos, a Rolls-Royce nasceu com uma missão aparentemente simples, definida pelo fundador Sir Henry Royce: pegar no melhor que existe e torná-lo ainda melhor. Hoje em dia, a face da empresa mudou, mas o princípio da fundação continua a ser o mesmo e o novo Phantom VIII é a prova viva disso mesmo. Com a marca inconfundível da Rolls-Royce e um design adaptado à modernidade, o topo de gama chegou para partir os corações de quem não é rico o suficiente para o ter na garagem.

Na dianteira, o Phantom VIII tem apenas algumas alterações ligeiras em relação ao modelo anterior: a nova grelha frontal e os pormenores em alumínio são as marcas mais claras da modernização de um modelo que já conta com quase um século de história. Na traseira, as linhas também foram atualizadas, mas não existiu qualquer revolução face ao Phantom VII. Debaixo do capô vive um motor V12 de 6.750 cc com 563 cavalos, capaz de levar o topo de gama da Rolls-Royce dos 0 aos 100 km/h em pouco mais de cinco segundos e a uma velocidade máxima eletronicamente limitada a cerca de 330 km/h.

Apesar das pequenas alterações estéticas, o Phantom VIII mantém a essência do passado e nem sequer as portas traseiras de abertura invertida foram alteradas.



A Rolls-Royce guardou a maior parte das mudanças para o interior, mantendo um equilíbrio perfeito entre o luxo absoluto e o conforto dos passageiros. Como seria de esperar, o banco de trás recebeu a maior parte da atenção, ou não fosse este o lugar mais utilizado pela maior parte dos donos do Rolls-Royce Phantom.

Os bancos são feitos do melhor e mais macio cabedal que podemos encontrar nos carros de hoje em dia, a madeira polida e envernizada é a base dos painéis e os pormenores em metal ajudam a dar um aspeto luxuoso e moderno. Existem ainda controlos automáticos para ajustar os bancos individualmente, climatização independente para a traseira, um hotspot wi-fi, um sistema de entretenimento com ecrã LCD e até um espaço reservado para bebidas que inclui copos e uma garrafa de cristal.



Não se preocupe com quem vai à frente: o luxo também é muito. Os materiais são de igual qualidade, os bancos incluem os mesmos controlos eletrónicos, existe também um sistema de entretenimento com informação sobre o desempenho e outros dados do carro e foi incluído um novo painel decorativo que pode ser mudado ao gosto do cliente com relógios de vários designs, flores e muitas outras obras de arte criadas pela Rolls-Royce.

As ajudas ao condutor são muitas e incluem um sistema panorâmico de câmaras com visão noturna, um velocímetro digital de alta definição, cruise control adaptável, aviso de colisão, aviso de presença de veículos no ângulo morto dos retrovisores, aviso de transeuntes, aviso de mudança de faixa e proteção de mudança de faixa.

Para o fim ficam guardadas as más notícias: o luxo tem um preço e no caso do Rolls-Royce Phantom VIII, a versão mais barata custa cerca de 380 mil euros. Mesmo assim, a Rolls-Royce garante que em média, os clientes pedem mais 127 mil euros de extras, o que aumenta o preço médio de compra para mais de 500 mil euros.

Imagens © Rolls-Royce

A. M.

Um amante incondicional de comida (desde que seja boa) e de várias tecnologias. Comer, beber e jogar são os três bens essenciais para viver, com algumas viagens pelo meio. Nos tempos livres, gosto também de dar asas à minha paixão pelas duas e quatro rodas.

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